As obras de ampliação e modernização de aeroportos de 13 municípios mato-grossenses podem começar a partir do segundo semestre deste ano. A confirmação foi feita pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha. A principal justificativa para a demora, segundo ele, são entraves nos licenciamentos ambientais.
Seria o caso do aeroporto de Sinop, Aeroportos de Alta Floresta, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis, Cáceres, Barra do Garças, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, São Félix do Araguaia, Vila Rica, Juara e Juína e também o aeroporto de matupá, devem ter infra-estrutura melhor. O investimento total deve passar de R$ 330 milhões.
“Estamos construindo um caminho a fim de encurtar esse tempo de licenciamento ambiental para que possamos, no segundo semestre deste ano, ter as primeiras licitações. Se não saírem antes, no primeiro semestre”, disse o ministro, durante a abertura do seminário sobre transporte aéreo regional.
Todos os terminais aeroportuários estão previstos no Plano Nacional de Aviação Civil, lançado em 2012, que prevê a construção, reforma ou ampliação de 270 aeroportos regionais no Brasil, até 2016. Segundo o ministro, 83% desses aeroportos já estão operando de alguma forma, mas não têm o caráter de um aeroporto de padrão internacional e o cronograma pode ser antecipado.
Segundo ele, a aviação civil tem recursos próprios que dão condições para dar sequência a todos os projetos previstos. “O Fundo Nacional da Aviação Civil é originário, sustentado e mantido com recursos arrecadados na aviação civil, inclusive por meio das concessões. Temos receita própria e não dependemos de recursos das receitas ordinárias da União.